Novelense no mercado?
Tem circulado o rumor que o Novelense está à procura de um novo estrangeiro e de outro jogador portugues para reforçarem a sua equipa para assim fugirem do play-out.
Será isto verdade ou especulação
Marcos Freitas ‘de prata’ teve recepção à campeão
Entidades, familiares e amigos estiveram no aeroporto a receber o vice-campeão do Mundo de juniores .
Calorosa e merecida a recepção de que foi alvo, ontem ao início da noite, no Aeroporto da Madeira, o atleta madeirense Marcos Freitas, que conjuntamente com o continental Tiago Apolónia, se sagrou no passado fim-de-semana vice-campeão mundial de pares masculinos, nos Campeonatos do Mundo de Juniores de Ténis-de-mesa.
Entidades regionais ligadas ao desporto, familiares e amigos fizeram questão de prestar uma justíssima homenagem ao atleta do Estreito, que, recorde-se, conta já no seu palmarés com um título de campeão da Europa de cadetes, em singulares.
Acompanhado pelo seu colega de equipa, Énio Mendes – também ele felicitado pelos presentes pela prestação positiva no Mundial -, Marcos Freitas não escondia a sua satisfação pela conquista da medalha de prata, que orgulhosamente exibia.
«Sinto-me muito contente com este resultado e queria aproveitar para agradecer a toda a gente, desde clube, associação, federação, família, amigos e a própria imprensa, pelo apoio que me têm dispensado», começou por dizer o jogador do Estreito, salientando que esta «é a minha primeira época de júnior, que, normalmente, é para adquirirmos experiência e rodagem. Por isso, começar logo com uma medalha é sem dúvida muito bom», sublinha.
TRABALHAR PARA TRAZER MAIS MEDALHAS
Prosseguindo, o jovem estreitense considera que a prestação global portuguesa «foi, de facto, muito boa, porque estes foram os primeiros campeonatos e nem estava prevista a nossa participação na prova de equipas, na qual acabámos por ficar entre os sete primeiros classificados do Mundo» o que, na opinião do atleta «é um feito extraordinário».
Em individuais, Marcos Freitas faz questão de destacar a prestação do seu colega de equipa Énio Mendes «que venceu ao actual campeão do Mundo de juniores», embora também se manifeste «satisfeito com a minha prestação, pois fiquei nos 32 primeiros apesar de ser ainda cadete até final deste ano».
Por tudo isto, sustenta o atleta, «há que continuar a trabalhar para que venham mais medalhas», embora preferindo não se adiantar muito sobre o futuro.
«Tenho também de pensar nos estudos, m as se continuar a minha carreira no ténis-de-mesa, naturalmente que uma participação nos Jogos Olímpicos está entre os meus objectivos», finalizou.
ÉNIO MENDES E O FEITO DE TER VENCIDO O CAMPEÃO
Énio Mendes, o outro madeirense presente em Santiago do Chile, também falou aos jornalistas, salientando que esta «foi uma participação bastante positiva para todos nós, visto que ficámos no sétimo lugar e fomos a terceira melhor equipa da Europa», o que na sua opinião «significa que somos cada vez melhores e que estamos no bom caminho».
Especificamente sobre a sua prestação, o atleta do Estreito diz-se «satisfeito, até porque, na prova individual, venci o jogador que tinha ganho o circuito mundial de juniores e que acabou por se sagrar campeão do Mundo».
Mas os maiores elogios vão para a dupla Marcos Freitas/Tiago Apolónia «que fizeram uma grande prova e conseguiram um excelente resultado».
DN MADEIRA
Ricardo Faria encantado com o ‘seu’ Levallois
O madeirense Ricardo Faria, ex-técnico do GD Estreito, continua a carreira de sucesso no clube francês Levallois.
Uma colectividade com sede na vila com o mesmo nome
O madeirense
Ricardo Faria, que desempenha actualmente as funções de técnico na equipa de ténis-de-mesa francesa Levallois, veio passar uns dias à Madeira para ‘matar’ saudades da família e principalmente conhecer a filha que nasceu na primeira semana de Dezembro. Em conversa com o DIÁRIO, Ricardo Faria contou o seu quotidiano numa vila com uma área de 2 km quadrados como a de Levallois, onde o clube é muito acarinhado pela população.
RECEPÇÃO À CHEGADA FOI MUITO POSITIVA
A chegada a um clube com a dimensão do Levallois deixou Ricardo Faria bastante impressionado.
«No primeiro momento, fiquei impressionado com a estrutura, com o nível organizativo do Levallois, não só ponto de vista do ténis-de-mesa, do ponto de vista da modalidade em que estou a trabalhar no clube, mas do ponto de vista da grandiosidade do clube, como das pessoas que estão incutidas no projecto do Levallois, a dedicação, a paixão que todos demonstram. Há um grande elo de ligação entre o clube, a vila e a Câmara Municipal e daí a forma de se extrapolar aos mais elevados níveis, europeu e mundial, a grandiosidade do Levallois».
O primeiro contacto com os atletas também impressionou Ricardo Faria, que recorda.
«No início, fui com o ‘espírito aberto’, pois sabia que para comunicar com os atletas tinha que aperfeiçoar o meu francês e foi o que eu fiz. Por outro lado, eles estavam um pouco curiosos acerca do que seria o meu desempenho, as minhas reacções a um conjunto de comportamentos que eles tinham no dia-a-dia, qual seria a minha atitude se um atleta chegasse tarde a um treino. Mas, à partida, as coisas ficaram bem definidas, houve várias reuniões com a equipa técnica, com os atletas todos, fui apresentado ao clube e começámos logo a trabalhar quando cheguei. Tive logo um estágio com sessenta atletas do clube, perto da fronteira com a Suíça, e aí proporcionou-se um maior convívio diário com os atletas. Esse estágio durou quinze dias e ajudou mais à minha relação e interligação com os atletas e com todas as pessoas que trabalham no clube».
100% vitorioso
A prestação de Ricardo Faria no Levallois tem sido altamente positiva, o que deixa o técnico madeirense bastante satisfeito.
«Realmente, até esta data, não perdi um jogo de equipas desde que estou a orientar o Levallois. Estou muito feliz por isso, como me sinto feliz pelo resultados e pelo contributo que tenho dado ao clube. Temos andado a construir um conjunto de projectos diferentes, o clube tem o seu projecto, os seus valores, nos quais me sinto perfeitamente enquadrado. E daí que a decisão de ter feito uma aposta em ir para o Levallois foi por conhecer já um pouco desses valores; conhecia o Michel Blundel, que é agora técnico principal da selecção da França, de várias passagens por torneios de nível internacional e sabia os valores que eles praticavam e aquilo que defendiam para a formação de jovens atletas no ténis-de-mesa.
Assim, à partida, tornou-se muito mais simples a minha relação com os atletas, com o conhecimento do clube e desses valores, com a belíssima sala que têm com vinte mesas montadas diariamente».
Madeirense bem instalado mas com vida agitada
O quotidiano de Ricardo Faria em Levallois é bastante intenso. O madeirense habita um apartamento arranjado pela Câmara Municipal da vila.
«Estou bem instalado, num apartamento bem apetrechado a 15 minutos do clube. Poderia vir a pé, mas uma das coisas que encontrei em Levallois, que não tenho visto em lado nenhum, é um autocarro que funciona dentro da vila e é gratuito. A organização nesse capítulo também é fantástica. Mas, venho todos os dias de manhã, a pé, para o treino e fico o tempo todo na sala. Começo a dar treinos de manhã, almoço ali próximo e depois regresso, porque tenho vários grupos ao longo do dia, porque o Levallois tem atletas de todos os níveis e escalões. Por isso, sinto-me muito bem, tanto no apartamento como no clube, que tem uma sala smpre disponível para os atletas treinarem. Temos um pequeno espaço para a equipa técnica trabalhar isoladamente do local de treino e extra local de trabalho há sempre uma relação muito forte com a Câmara Municipal, que está sempre a par dos nossos projectos, das nossas ambições e que nos dá apoio em todos os sentidos».
PRIMEIROS TEMPOS FORAM DIFÍCEIS
Mais difíceis foram, sem dúvida, os primeiros tempos em França. Tudo porque o afastamento da família provocou os naturais sentimentos de saudade que, aos poucos, foram ultrapassados. «À partida, esse foi um aspecto negativo ao nível familiar. Senti algumas dificuldades de início, mas tinha consciência de que essa situação se iria passar. Não acharia por bem ir para um projecto diferente, para um país diferente, sem ter enquadramento e sem saber tudo aquilo que me esperava. O nascimento da minha filha estava previsto para o princípio de Dezembro e achei por bem que a minha mulher permanecesse na Madeira. Por isso, achei que iria ser mais rentável, mais profissional, que iria aprender mais, porque tenho estado também a trabalhar com escalões de formação, com outros escalões, com os seniores e também acompanhado alguns jogos da equipa profissional A».
Clube e atletas com boa relação
A captação de jovens nas escolas assume grande importância para o Levallois Sporting Club. «Como tal», relata Ricardo Faria, «os treinadores vão buscar os miúdos às escolas e têm uma vestimenta própria para serem reconhecidos. É tudo muito bem organizado e, por exemplo, vamos esperar sete miúdos que querem praticar ténis-de-mesa, outros sete que querem ir para o judo, ou para o esgrima. Eles é que escolhem a modalidade que querem praticar e são encaminhados por cada treinador para a prática desportiva que escolheram no princípio do ano. É toda esta organização e grandiosidade que impressiona».
O Levallois tem 36 modalidades, entre as quais se destacam ténis-de-mesa, judo, esgrima, ‘full contact’, ‘kick boxing’ e natação.
Primeiros objectivos foram conseguidos
«Senti algumas dificuldades ao nível da afectividade e da separação da família, mas por outro lado enriqueci-me noutros aspectos, nomeadamente ao nível da minha formação. Defini, à partida, um objectivo de dominar o francês e tenho conseguido. Neste momento, falo diariamente e fluentemente francês e, para além desse aspecto, tenho conhecido uma realidade ao nível do ténis-de-mesa da França, tenho contactado inclusivamente o seleccionador nacional, uma pessoa que já conhecia mas com quem não tinha contactos tão frequentes como agora. Tenho conhecido também os treinadores que trabalham no INSEF, que é a estrutura mais elevada ao nível da formação, que é o Instituto Superior de Educação Física, onde estão concentradas todas as modalidades de alto rendimento desportivo. Por isso, tenho oportunidade para contactar regularmente com esses bons técnicos, nomeadamente ao nível individual e nas competições em que tenho andado a orientar ou a assistir».
Comentários positivos e convite para ficar
«Quando fui para lá, ia com um contrato de trabalho por um ano, era uma experiência profissional, era para enquadrar uma equipa técnica em virtude da saída de um treinador. Neste momento, tenho um contrato por tempo indeterminado e a intenção do clube é que eu mude de vida, que vá para França e leve a minha família comigo. Apresentaram-me um contrato para fazer parte do quadro do Levallois e o próprio presidente da Câmara Municipal está a fazer esforços em todo o sentido para eu continuar a ter aulas de francês, tudo subsidiado por eles. Enfim, estão a desencadear toda uma série de mecanismos para isso, para eu ficar e sentir-me como se estivesse na minha casa e ter dificuldades em voltar para cá».
Jean-Philippe Gatien é a ‘estrela’ da equipa
Numa equipa onde pontificam atletas bem cotados no ‘ranking’ nacional e internacional, Jean-Phillipe Gatien é sem dúvida a ‘estrela’ da equipa. Actualmente com 34 anos, o atleta apresenta por exemplo,como palmarés, o título de vice-campeão olímpico em 1992, a medalha de bronze em pares, com Patrick Chila, em 2000, o título mundial de 1993 e quatro títulos de campeão europeu, em 1998 e 1999.
A ligação do Levallois Sporting Club à vila é intensa em todos os aspectos; a colectividade dispõe mesmo de uma revista com tiragem mensal, a ‘Info’, que dá conta aos cidadãos de tudo o que se passa no seio do clube.
Orientado por Ricardo Faria, o Levallois permanece ainda na Taça Nancy Evans 2003/2004, ou seja, atingiu os quartos-de-final desta competição europeia de clubes.
Todo este envolvimento dos cidadãos na vida activa do clube e as próprias infra-estruturas e projectos irão pesar na decisão que Ricardo Faria irá tomar no sentido de permanecer numa colectividade que o acolheu da melhor forma possível e na qual tem prosseguido uma carreira de sucesso.
Carlos Moniz Diário de Notícias da
M A D E I R A
Porque é o treino de serviço e treino com multiplas bolas usado para uma aprendizagem rápida?
No nosso desporto, o serviço e a recepção de serviço é crítico uma vez que a maioria dos pontos são ganhos ou perdidos nas primeiras 5 pancadas.
À alguns anos atrás, a estratégia da ‘terceira bola’ começou a surgir quando a tecnologia se começou a unir com o desporto, melhorando o serviço e os jogadores descubriram que inovando técnicas creativas de serviços podiam vencer mais rapidamente.
Um jogador pode construir um ponto com uma primeira pancada colocvando o seu oponente na defensiva desde o inicio.
No entanto a devolução do serviço tornou-se também uma jogada crítica no jogo.
Se é um jogador sério em procura de melhorar que dispende cerca de 10 horas por semana no treino, por exemplo, deve no minimo ocupar 2 dessas 10 horas a treinar serviços e recepções.
Dicas para o Treino de Serviço:
Simulação
O mesmo movimento de corpo mas diferentes efeitos, velocidades e colocação na mesa.
Spin
Ponto de contacto da bola e o movimento do braço continuo.
Velocidade
Para reduzir o tempo de reacção do oponente.
Colocação
Para descobrir o ponto fraco do seu oponente.
Treino de Recepçaõ de Serviço:
Ataque ao Serviço
A filosofia aqui é tomar vantagem da terceira bola do jogador que serve. Ataque com um loop,não tente vencer o ponto na 1ª bola. A única excepção é se o atleta que serve cometer um erro e a bola subir muito. Se ainda nao tem um loop consistente treine esta pancada primeiro.
Flip
A razão desta recepção é novamente evitar que o atleta que serve ataque a devolução.
Bate Bola
É a pacdada mais segura para retornar um serviço orientado em backspin.
Treino Multi-Bola
É um e dos mais eficientes métodos em termos de tempo dispendido. Com um treino Multi-bola, um ‘feeder’ (pessoa que envia as bolas) experiente consegue lançar cerca de 80 bolas por minuto com ‘spins’ diferentes, velocidades e colocação, permitindo ao jogador treinar simultâneamente jogo de pés,e coordenação de movimentos.
O ‘feeder’, pode elevar o nivel de dificuldade variando a velocidade e efeito dependendo do nivel do atleta da mesa.
Estes exercicios são para atletas de todos os níveis.
Masaaki Tajima
Fonte: Butterfly
http://www.butterflyonline.com/coach_physical_training.asp
O Tigre mostra o seu dente
Li Hu de 15 anos e Li Qian de 17, ambas da China, foram os vencedores dos eventos singulares masculinos e femininos no 1º Mundial de Juniores realizado em Santiago no Chile.
LI Hu originária de Shashi na provincia de Herbei cujo segundo nome significa Tigre, dominou a final masculina contra o Koreano CHOE Eon Rae, vencendo em 4 jogos apenas; o jovem Chinês foi muito consistente e quando surgia a oportunidade aplicou os topspins que deram ao adversário poucas ou nenhumas hipóteses de resposta.
LI Qian (CHN)
`Estou muito contente pois venci’ disse LI Hu , que em Novembro venceu o titulo masculino no ITTF World Junior Circuit Finals na Malásia.
`Os quartos-de-final contra ZHANG Jike foi o mais dificil, graças a deus consegui vencer.’
Uma das características do modo de jogar de LI Hu’s é a habilidade de absorcer a velocidade do ataque do opositor, que faz lembrar Vladimir SAMSONOV; um homem que parece ter mais tempo para jogar que os mortais normais.
Mais sobre este desenvolvimento em
http://www.ittf.com/stories/Stories_detail.asp?Year=2003+++++&General_Catigory=General&ID=5265&
A cola rápida e as suas qualidades
A cola ‘mágica’ veio para ficar!
Apesar da polémica que cerca o seu uso, a grande maioria dos atletas utilizam a Cola Rápida. Será que ela realmente faz ‘milagres’?
As inovações tecnológicas no universo do Ténis de Mesa quase sempre tendem a ser polémicas (por exemplo: as esponjas grossas, os pinos longos, etc) e a utilização da Cola Rápida também não fugiu à regra.
O conceito de Cola Rápida surgiu por volta de 1979/1980. No início, países como Alemanha e Suécia chegaram a experimentar colas cuja função era a de conserto de pneus de bicicletas, de marca Victoria Vulcaflux.
No Campeonato Mundial da Jugoslávia alguns países como a Hungria e a Jugoslávia já estavam utilizando a Cola Rápida. Logo ela se espalharia por toda a Europa. Os europeus por seu tamanho e força sempre jogaram longe da mesa e os orientais em cima da mesa utilizando velocidade e agilidade. Essa diferença de estilo, o movimento grande e o uso de força desgastava mais o europeu, a distância em relação à mesa também favorecia aos orientais dando mais tempo na visualização da jogada do oponente.
Com o surgimento da Cola Rápida houve uma mudança radical. A cola aumenta e muito a velocidade e o efeito da bola, com isso, os europeus puderam diminuir seus movimentos (ficando mais rápidos) e aumentaram e muito o efeito da bola tornando o seu jogo muito mais eficiente. Agora a vantagem estava do lado europeu, sua bola tinha mais velocidade e feito, o fato de jogar mais afastado lhe dava muito mais tempo para a visualização e preparação da jogada.
Para os orientais, foi mais difícil controlar a bola jogando próximo à mesa utilizando a Cola Rápida, tanto é que a China foi um dos últimos países a adoptar a cola. Em 1992 a International Table Tennis Federation (ITTF) proibiu o uso das colas que continham solvente com clorado (pois quando inalados poderiam ter efeito cancerígeno e dopante). As punições eram bastante rigorosas para os atletas que fossem surpreendidos utilizando tal produto em campeonatos oficiais.
Após muitos estudos, hoje todas as marcas de materiais de ténis de mesa já possuem colas sem o clorado e que podem ser utilizadas normalmente em campeonatos. Outro aspecto que deve ser ressaltado sobre a Cola Rápida é que o atleta deve colar a borracha sempre antes do jogo para manter a sua eficiência, pois a duração de seu efeito é de aproximadamente duas horas após o qual vai decaindo o seu desempenho.
Serge Augusto Minura – técnico Brasileiro
Federação Paulista de Ténis de Mesa
Retirado do Site da ATMDV
Campeonato distrital de Equipas – Aveiro
Em séniores masculinos o líder é o Furadouro sem qualquer derrota, em segundo lugar encontra-se a Oliveirinha com uma derrota(frente ao Furadouro). Em juniores masculinos como já se esperava o Válega lidera sem qualquer derrota depois de ter derrotado o Campismo(4-1), a Oliveirinha(4-1), o Colégio(4-1) e o Furadouro(4-1). Em cadetes masculinos encontra-se uma luta pela primeira posição entre Válega ‘A’, Oliveirinha e G.I.C.A. Neste momento o Válega ‘A’ lidera sem derrotas(3-0 frente ao Válega’B', 3-0 ao G.I.C.A, 3-0 ao Rio Meão e 3-0 ao Furadouro) em segundo encontra-se o G.I.C.A depois de ter surpreendido a Oliveirinha por 3-2, este encontra-se com uma derrota frente ao Válega’A', em terceiro lugar está a Oliveirinha que antes de ter perdido frente ao G.I.C.A encontrava-se na primeira posição empatado com o Válega ‘A’. Em Infantis Masculinos como já se esperarava a Olveirinha lidera sem derrotas depois de ter ganho ao Válega 3-1 e ao Rio Meão 3-0, na segunda posição está o Rio Meão depois de ter derrotado o Válega por 3-2 e em último lugar sem vitórias encontra-se o Válega. Em iniciados masculinos o campeonato é liderado pelo Rio Meão depois de ter supreendido o Válega e a Oliveirinha por 3-1, em segundo está a Oliveirina e em terceiro enconta-se o Válega. E assim encontra-se o campeonato do distrito.
Dupla Tiago Apolónia/Marcos Freitas na Final da prova de pares
A dupla portuguesa formada por Tiago Apolónia (CF Estrela da Amadora) e Marcos Freitas (GD Estreito) conseguiu há alguns minutos o apuramento para a Final da prova de Pares Masculinos nos 1os Campeonatos do Mundo de Juniores, que decorrem em Santiago do Chile.
O par Tiago Apolónia/Marcos Freitas eliminou nas Meias-finais a dupla chinesa Zhang Jike/Zheng Changgong (primeiros cabeças de série desta competição), ao vencer por 4-3 com parciais de 11-9, 12-10, 8-11, 9-11, 12-10, 6-11 e 12-10. Refira-se que no último set a dupla portuguesa teve de salvar dois “match points”, pois esteve a perder por 8-10, acabando por vencer por 12-10.
Na Final, a disputar hoje (Domingo) às 15h10 (hora da R.A.M.), os portugueses irão defrontar o par japonês formado por Minoru Muramori (nº 5 do Ranking Mundial de Juniores) e Seiya Kishikawa (nº 13), que eliminaram na outra Meia-final uma dupla canadiana.
Associação de Ténis de Mesa da Madeira
(D2-Sul) Serpense vence São Roque B e Ginásio do Sul vence Bons Amigos
Uma jornada marcada pela vitória do União Serpense sobre a equipa do Sao Roque B por um tangencial 4-3 e pela vitória do Ginásio do Sul sobre o cada vez mais último classificado ARD Bons Amigos No Montijo.
* S.L.U. SERPENSE – C.D. SÃO ROQUE “B”: 4 – 3
José Bentes – Zhong Rui: 1-3 (5-11, 3-11, 12-10 e 3-11)
Shi Jie – Márcio Dantas: 3-0 (11-6, 11-8 e 11-9)
João Gil – Miguel Sousa: 3-2 (12-10, 10-12, 11-9, 1-11 e 11-4)
José Bentes/João Gil – Zhong Rui/Miguel Sousa: 2-3 (11-8, 7-11, 11-5, 6-11 e 10-12)
José Bentes – Márcio Dantas: 3-1 (11-4, 10-12, 11-8 e 11-9)
João Gil – Zhong Rui: 0-3 (5-11, 5-11 e 5-11)
Shie Jie – Miguel Sousa: 3-0 (11-5, 11-6 e 11-6)
A.R.D. Bons Amigos – Ginásio Clube do Sul: 1 – 4
Arlindo Miguel – Elson Sousa (0-3)
Bruno Fera – Paulo Marques (0-3)
José Silva – Nuno Rodrigues (3-1)
J.SIlva/A.Miguel – P.Marques/N.Rodrigues (1-3)
Arlindo Miguel – Paulo Marques (0-3)
Ponta do Pargo garante subida à 2ª Divisão Nacional Masculina
Ponta do Pargo garante subida à 2ª Divisão Nacional Masculina
Ao ganhar hoje, sábado, na Calheta a ACM – Madeira, 2º classificado do Campeonato, a ADC Ponta do Pargo garantiu a subida à 2.ª Divisão Nacional.
Recorde-se que ainda faltam à Ponta do Pargo, dois jogos em casa: com o Pic Nick e com o Lagos e Benfica..